Walmir da Rocha Melges em 11 de julho de 1999.

Olá prima NILZE.

Segue amanhã via correio, os dois livros que me emprestou sobre BOTUCATU.

Obrigado; mamãe leu avidamente ambos, e está lendo o que adquiri por seu intermédio. Está sendo muito útil para ela.

Bem Nilze, seguindo sua sugestão, entrei em contato com o João Carlos Rocha de Pratânia, quando então, para minha surpresa, fui atendido pela ALZIRA, que nada menos é que uma prima de minha mãe, sobrinha do meu avô materno.

Conversamos por telefone duas vezes, e na quinta feira passada, fiz uma visita a ela – o filho viaja diariamente – e o fruto desta visita encontra-se abaixo:

Estive (em companhia de meu filho Júnior) em 8.07.1999 na cidade de Pratânia, que anteriormente foi um Distrito de Botucatu denominado PRATA, objetivando conseguir informações e comprovações sobre o sobrenome Jacintho da Rocha, quando então:

1- Visitei ALZIRA ROCHA, filha de Antônio Jacintho da Rocha (irmão de Adolpho Jacintho da Rocha, que casou-se com Rosalina Baptista Nunes e deu origem à nós todos); neta de Alfredo José da Rocha e Dª Maria Joaquina Rodrigues.

a- Alzira Rocha, mãe de João Carlos Rocha, muito desconfiada daquele estranho que havia ligado para sua residência por duas vezes, dizendo que era parente e que queria conversar, nos recebeu no alpendre de entrada, e somente depois de ter visto diversas fotografias que eu levei, inclusive uma do tio Antonio (seu pai), que ela tem outra igual, é que sossegou e convidou para entrar na casa e tomar um café.

b- Disse que o meu bisavô Alfredo José da Rocha está enterrado lá em Pratânia, e que todos os seus tios haviam nascido por lá, que nunca ouviu falar que eram parentes do Monsenhor Adauto Rocha, (o qual não conheceu nem ouviu falar); falou também que nunca ouviu falar que teriam sidos parentes da família do “Dioguinho” (famoso assassino de aluguel do final do século passado que faz parte da história de Botucatu, Rio Claro, São Simão, Mogi Mirim e outras cidades).

c- Alzira disse ainda que um dia o Tio Avelino trouxe uma menina do Paraná, de 12 anos de idade, que seria uma empregada deles, mas que na realidade já era mais do que isto; que a sua mulher o deixou e que ele ficou vivendo por muito tempo com esta menina, que outros conheceram como Tia Lita, a qual o deixou quando ele já estava muito velho e que ela não queria cuidar dele.

c- Ela lembra-se que minha mãe visitou sua casa em São Paulo, que ficava em Itaberaba, após a Freguesia do Ó; e que outras tias minhas, parecem ter ido até lá; talvez acompanhadas do tio Avelino.

2- Aproveitamos para pesquisar nossas origens no Cartório do Registro Civil de Pratânia, desta cidade que antes de ser emancipada foi conhecida como Prata de Botucatu, ou seja Distrito do Prata, Comarca de Botucatu; e também em outros tempos, Distrito de São Manoel.

a- Descobrimos que meu bisavô Alfredo José da Rocha que residia em sítios e era lavrador, efetuou à posteriori o registro de nascimento de seus filhos; todos eles no dia 11 de junho de 1901, conforme comprovamos no Primeiro Livro de Registro de Nascimentos daquela freguesia, às fls. 70v e seguintes. Note-se que este livro iniciou-se em 1899 e que anteriormente, quem providenciava os registros de nascimento não era o Governo através dos Cartórios, mas sim os Padres, através dos denominados Registros Paroquiais:

– Adolpho Jacintho da Rocha, meu avô maternos, nascido em 15 de outubro de 1890 em Pratânia e falecido em 25 de julho de 1941 em Lins;

– Avelino Jacintho da Rocha, nascido 14 de maio de 1894 em Pratânia e falecido em Avaré onde residem seus filhos Mário e Antenor;

– Mário Jacintho da Rocha, nascido em 1 de junho de 1897 em Pratânia; do qual não temos notícias (a Alzira não falou nele);

– Antonio Jacintho da Rocha, nascido em 8 de outubro de 1890 em Pratânia e falecido em 19 de outubro de 1981 em Pratânia (parece que também casou-se em outubro e teve outros acontecimentos importantes, sempre no mês de outubro);

– José Jacintho da Rocha, nascido em 16 de agosto de 1892 em Pratânia, praça da Força Pública de São Paulo e que teria sido morto em Santos;

– Jorge Jacintho da Rocha, nascido em 7 de agosto de 1895 em Pratânia, do qual não temos notícias e a Alzira também não falou nele.

Bem prima Nilze, como você, muito gentilmente preocupou-se em conseguir informações para nós sobre os “Rocha”, relato o que conseguimos, à partir da sua descoberta do João Carlos Rocha.

Obrigado

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