- Carta os parentes e amigos genelogistas - MelgesBoa tarde parentes e colegas genealogistas

Como muitos me perguntam como está o andamento das minhas pesquisas e relatos, decidi fazer uma “apresentação resumida” do foco dos meus trabalhos e metas a cumprir:

Introdução

Meus imigrantes foram Jacob Melges e Anna Maria Rheinard [Rheinards ou Rheinardt] que acompanhados do filho Simon [Simão] e da avó viúva Elizabeth Back chegaram ao Brasil pelo Rio de Janeiro pelo veleiro sardo de nome ERIDANO com destino à Petrópolis.

Eles ficaram apenas alguns anos em Petrópolis onde nasceu o meu bisavô “ADÃO MELGES”, porém Jacob não concordava com o regime de vida imposto para os que lá foram “colonizar a Cidade Imperial”, de lá fugiu junto com outros alemães que também tinham a mesma insatisfação.

Ocorre que D. Pedro queria “colonos agrícolas”, porém os que lá aportaram já tinham profissões urbanas e não conheciam o trabalho braçal do campo que cumulado com a aridez da região impediu desenvolvimento agrícola. Basta que se lembre que a Fazenda Imperial se chamava “Fazenda do Córrego Seco”.

Das pesquisas

Minhas pesquisas se iniciam no ano de 1975 atendendo um velho anseio do meu pai e outros parentes que queriam conhecer “nossas origens”.

Naquela época tínhamos a seguintes indagações:

* Não sabíamos de qual cidade nós saímos, nem qual data chegamos ao Brasil.

* O nome do navio que nos trouxe ao Brasil.

* Faltava a nossa ascendência antes do nosso imigrante.

Em pouco tempo já sabíamos a resposta para estas e muitas outras questões, exceto a confirmação da “nossa entrada no país” e o nome do navio que nos trouxe, informação esta que eu consegui há cerca de 15 anos.

Em meados da década de 90 eu já estava com nossa genealogia catalogada em um software chamado Brother Keeper [ainda no ambiente DOS – tela azul] com mais de 2.000 pessoas cadastradas.

Em 1996 coloquei parte das nossas informações históricas em um site da internet, que depois substituí pela página atual www.familiamelges.com.br.

Realizei pesquisas em todas as fontes que conhecemos na atualidade. Quando se esgotaram as possibilidades nos cartórios passei aos arquivos da Igreja Mórmon, participei de uma Lista de Genealogia que hoje não mais existe na qual trocávamos dezenas de mensagens através de Grupos de Discussão por mensagens de e-mail.

Uso da tecnologia e internet

Alavanquei meus trabalhos quando passei a utilizar o Family Tree Maker e em alguma data lá no passado migrei para a plataforma do MyHeritage, sendo que utilizei também o PAF e um outro programa.

Minhas pesquisas me levaram até 1.594 na cidade de Briedel quando encontrei o primeiro registro, naquela região, do nascimento de uma pessoa com o sobrenome de MELGES.

Atualmente já avancei mais em direção ao passado, porém não divulguei ainda estas informações.

Elaborei também uma árvore de MELGES residentes nos EUA os quais tem origem na pequenina vila rural de LIPPE que fica em outra região da atual Alemanha.

Hoje tenho pouco mais de 5.500 pessoas relacionadas na árvore genealógica a partir de 1.594 em Briedel até o ano 2.000.

Criei em 2012 um Grupo PRIVADO Familiar no Facebook onde temos quase 600 familiares cadastrados, onde divulgo fotos de familiares acompanhadas de breves resumos da genealogia envolvida nas fotos.

Atualmente os membros mais novos da família querem saber suas origens, porém não se dispõe a enviar o nome de seus nascidos de 2.000 para cá.

Saindo de Petrópolis

Saindo de Petrópolis fomos parando por várias cidades apesar da família ser pequenina naquela época, estávamos acompanhados de várias outras famílias com o mesmo interesse.

Paramos em Bananal [tradição oral], de onde não tenho nenhum registro, São José dos Campos onde nasceram irmãos do meu bisavô, Campinas e em seguida temos um nó a ser desfeito, pelo fato de que houveram nascimentos em SOROCABA, PIRACICABA, e em seguida estávamos novamente no leito da hoje Rodovia Anhanguera, com grande parte de nascimentos em Rio Claro com citação de residência na vila dos Cordeiros, Pirassununga, Casa Branca, São João da Boa Vista, para em seguida a família toda já com mais de 100 pessoas, chegar à Brotas e em seguida se radicar em Torrinha e Santa Maria da Serra.

Nesta região ficamos por muito tempo e foram sendo registrados nascimentos em Dois Córregos, Mineiros do Tietê, Jaú, até que na Pandemia da Peste Negra alguns faleceram, principalmente meu bisavô Adão Melges que era o líder da família, e então cada um foi tomando rumo conforme seus interesses.

A realidade é que naquela fase a abertura da maioria das fazendas e primeiros plantios daquela região já haviam se concretizado e como a família tinha se especializado na abertura de fazendas, começaram a tomar outros rumos, já em direção de propriedades menores que necessitavam de menor quantidade de obreiro.

Em seguida a família espalhou-se rapidamente e hoje estamos presentes em vários estados do Brasil.

Como ocorre em qualquer tema que seja pesquisado “o trabalho nunca termina” e da mesma forma, novos desafios aparecem e novas indagações são postas.

Questões atuais

Minhas questões atuais dizem respeito aos seguintes temas:

[1] Apurar qual foi a data correta e conseguir documentação disto, sobre a “nossa chegada ao Brasil”.

[2] Esclarecer alguns nós genealógicos” ocorridos na região de Rio Claro, Campinas e Sorocaba.

[3] Iniciar pesquisas na Holanda par confirmar se os Melges que lá nasceram saíram de Briedel, de Lippe ou de outro local.

[4] Como estou parado na genealogia Melges de Lippe por volta de 1.750, aprofundar mais as pesquisas naquela região e genealogia.

[5] Esclarecer alguns nós ocorridos ao redor de 1.900, conseguindo informações de familiares que ainda pendem dados.

[6] Esclarecer a razão de Jacob Melges, filho de Adão Melges, nascido em Rio Claro, mais especificamente Bairro do Cordeiro, batizado com o nome de Jacob Meleges ter conseguido documento de Cartório de Registro de Nascimento com o nome ajustado para JACOB MELGES DE CAMARGO. Por que este CAMARGO?

[7] Transformar milhares de anotações de forma ordenada em artigos e notas genealógicas.

Como já estou com 71 anos estas metas certamente me darão muito trabalho.

Walmir da Rocha Melges – 09.08.2020

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